sábado, 24 de junho de 2017

SABINO DE DEUS Informations INFORMA: PAGAMENTO PARA OS SERVIDORES PÚBLICOS ESTADUAIS DE MINAS GERAIS EM JULHO/2017

---------------------------------------------------------------------------------
Está confirmado que a data do "pagode"referente o mês de junho que deverá cair na conta do servidor em julho ocorrerá do dia 13/07 ou seja na quinta-feira, se não, vejamos:

As Secretarias de Estado da Fazenda (SEF) e de Planejamento e Gestão (Seplag) enviaram, nesta sexta-feira (23/6), um ofício a todos os sindicatos que representam os servidores públicos informando a data de pagamento no mês de julho, referente a junho. O pagamento será feito integralmente para 75% dos servidores no dia 13/7 (quinta-feira).
Os servidores que ganham acima de R$ 3.000 recebem a primeira parcela também no dia 13/7 (quinta-feira) e as demais nos dias 20 de julho (quinta-feira) e 26 de julho (quarta-feira).
Ao contrário dos comunicados anteriores, foi anunciada a data apenas para o próximo mês.
O governo aguarda a aprovação de um conjunto de leis em análise pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) para conseguir recursos adicionais que permitam a reestruturação da escala de pagamento em benefício dos servidores.
[]'s

Nenhum texto alternativo automático disponível.
A imagem pode conter: planta, atividades ao ar livre e natureza

sexta-feira, 23 de junho de 2017

CONCLUIDO O CONCURSO DE AGENTES SOCIO EDUCATIVOS EM MINAS



Prezados amigos do Concurso ASE 2013. É com imenso prazer que comunico que o concurso que se arrastava desde 2013 acaba amanhã.

Conforme prometi a vocês amanha sairá publicado no IOF os ultimos 118 agentes.

Fico feliz pois quando entrei neste concurso prometi a vocês lutar até o ultimo candidato e até o ultimo dia.

Esse dia chegou. Parabens a todos. Papai tá feliz....kkkkl

Deputado CABO JULIO

Nota Pagamento



As Secretarias de Estado da Fazenda e de Planejamento e Gestão enviaram hoje um ofício a todos os sindicatos que representam os servidores públicos informando a data de pagamento no mês de julho, referente a junho. O pagamento será feito integralmente para 75% dos servidores no dia 13/07. Os servidores que ganham acima de R$3.000 recebem a primeira parcela também no dia 13/07e as demais nos dias 20 e 26 de julho.

Ao contrário dos comunicados anteriores, foi anunciada a data apenas para o próximo mês. O governo aguarda a aprovação de um conjunto de leis em análise pela Assembleia Legislativa de Minas Gerais (ALMG) para conseguir recursos adicionais que permitam a restruturação da escala de pagamento em benefício dos servidores.

fonte : http://www.agenciaminas.mg.gov.br/noticia/nota-2017-06-23-14-52-00-0300

quinta-feira, 22 de junho de 2017

Policiais são presos por cobrança de propina em rodovias que cortam o Triângulo Mineiro


Ao todo, 19 pessoas foram presas incluindo quatro comerciantes da região. O representante da Corregedoria da PRF falou sobre o assunto com a imprensa.

Quinze policiais rodoviários federais e quatro empresários foram presos após serem investigados em crimes relacionados a pagamentos de propina em rodovias do Triângulo Mineiro. A operação da Polícia Rodoviária Federal (PRF) , com apoio da Polícia Federal (PF) e Controladoria-Geral da União (CGU), foi deflagrada na manhã desta quinta-feira (22) em Uberlândia para cumprimento de mandados de prisão e apreensão. Os nomes dos investigados não foram divulgados pelas autoridades policiais.
Autoridades falam sobre a operação Domiciano deflagrada em Uberlândia
Durante a manhã, concederam entrevista à imprensa o delegado-chefe da Polícia Federal de Uberlândia, Carlos Henrique Cotta D’Ângelo, o representante da Corregedoria-Geral da PRF, Célio Constantino da Costa, e o superintendente da CGU em Minas Gerais, Bruno Barbosa Cerqueira Alves. Confira no vídeo acima a íntegra das entrevistas.
De acordo com Constantino, os policiais serão ouvidos pelo delegado de Uberlândia e, em seguida, levados para um presídio de Belo Horizonte enquanto são finalizados os inquéritos policiais e procedimentos administrativos. “Nós estamos instaurando os processos administrativos disciplinares e aqueles servidores que, efetivamente, as provas forem confirmadas serão demitidos da instituição ao final do processo”, disse.
As investigações começaram há sete meses depois que a Corregedoria da PRF em Brasília recebeu a denúncia. Em seguida, foi instaurado inquérito pela Delegacia Federal de Uberlândia.
Investigados foram levados para a Delegacia da PF em Uberlândia; suspeito tapa o rosto ao ver que está sendo fotografado (Foto: Caroline Aleixo/G1)Investigados foram levados para a Delegacia da PF em Uberlândia; suspeito tapa o rosto ao ver que está sendo fotografado (Foto: Caroline Aleixo/G1)
Investigados foram levados para a Delegacia da PF em Uberlândia; suspeito tapa o rosto ao ver que está sendo fotografado (Foto: Caroline Aleixo/G1)
A CGU informou que participou de análise da movimentação financeira e evolução patrimonial dos acusados, relação destes com outras pessoas físicas e jurídicas, além de fornecer levantamento de indícios de ilícitos administrativos.

Operação 'Domiciano'

A 2ª Vara Criminal de Uberlândia expediu 19 mandados de prisão preventiva e 33 de busca e apreensão, que foram cumpridos nesta manhã em Uberlândia, Araguari, Monte Alegre de Minas, Canápolis, Centralina, Delfinópolis e Itumbiara (GO).
De acordo com a PF, os investigados solicitavam propina dos usuários das rodovias que trafegavam de forma irregular, deixando de aplicar multas. Enquanto isso, empresários dos ramos de seguros, guincho e pátio eram beneficiados no esquema ao obter vantagens na relação com os policiais acusados, sendo priorizados para atendimento de acidentes e ocorrências, com o objetivo de ter lucro fácil.
Operação da PF de Uberlândia foi realizada em conjunto com a PRF e auditores da CGU (Foto: Caroline Aleixo/G1)Operação da PF de Uberlândia foi realizada em conjunto com a PRF e auditores da CGU (Foto: Caroline Aleixo/G1)
Operação da PF de Uberlândia foi realizada em conjunto com a PRF e auditores da CGU (Foto: Caroline Aleixo/G1)
Participaram do cumprimento de mandados aproximadamente 140 policiais rodoviários federais, 60 policiais federais e sete auditores da CGU.
A operação foi nomeada como "Domiciano" em referência ao antigo imperador romano do século I, Tito Flavio Domiciano, que entrou para história pela intolerância com a corrupção no império romano.

Crimes diversos

A maioria dos policiais presos tinha mais de 20 anos de carreira na corporação. A Polícia Federal explicou que, em alguns casos, os policiais cobravam a propina ao abordar os caminhoneiros nas rodovias ou os veículos eram removidos aos "pátios parceiros". As vítimas no suposto esquema pagavam os valores aos pátios, que repassavam parte do dinheiro aos policiais rodoviários. O proprietário de uma das empresas é de Monte Alegre de Minas e também foi preso.
Em outras situações, funcionários de empresas de guincho iam até o trecho das abordagens para auxiliar na remoção dos veículos configurando vantagem ilícita.
A polícia esclareceu, ainda, que os envolvidos não formaram uma única quadrilha. Os crimes foram cometidos de forma isolada e alguns policiais eram reincidentes, sendo denunciados em mais de 30 delitos no período das investigações.
Todos foram encaminhados à PF e serão indiciados por vários crimes , entre eles, corrupção passiva e lavagem de dinheiro. Outras pessoas serão ouvidas pelo delegado e os inquéritos desmembrados para depois serem remetidos à Justiça Federal.

Dono da JBS presta depoimento escoltado por policiais civis armados


Seguranças foram contratados por Joesley. Legislação proíbe que agentes da Civil façam esse tipo de trabalho.

 
    
 postado em 22/06/2017 06:00 / atualizado em 22/06/2017 07:50

Dida Sampaio/Estadão Conteúdo
Brasília – Ao prestar depoimento à Polícia Federal ontem em Brasília, o empresário Joesley Batista, dono da JBS, se envolveu em mais uma polêmica. Ele contratou dois policiais civis de São Paulo para fazer a segurança pessoal tanto nas ruas da capital federal quanto durante a presença na PF. 

Ao longo de praticamente toda a tarde de ontem, os dois agentes ficaram em frente à entrada do prédio da Superintendência da Polícia Federal, no Setor Policial Sul. A movimentação chamou a atenção de um delegado, que, ao descobrir que eram policiais civis, determinou que eles prestassem esclarecimentos sobre o que faziam no Distrito Federal. A legislação de São Paulo proíbe que agentes da Polícia Civil realizem esse tipo de trabalho.

Durante as oito horas em que Joesley depôs, os seguranças ficaram se revezando na frente do prédio. Andavam do interior do edifício até o estacionamento. Por volta das 14h, um agente da Polícia Federal perguntou de onde a dupla era. Um deles respondeu que era da Polícia Civil de São Paulo. 

Duas horas e meia depois, o delegado que ouvia o empresário chamou os seguranças para prestar esclarecimentos. O policial estava sentado na porta do prédio, lendo um livro e olhando quem entrava e saía do local, quando um agente da PF se aproximou e determinou que ele entregasse a arma. O agente informou que ele seria levado até a sala do delegado, sem dar detalhes do que ocorria.

Em nota, a Polícia Federal afirmou que os seguranças foram chamados para dar explicações assim que a foram identificados como policiais civis. A PF informou que “vai notificar a Polícia Civil de São Paulo para que as medidas cabíveis sejam tomadas em relação ao caso”. A Secretaria de Segurança Pública de São Paulo afirma que está apurando o caso. Os dois agentes foram autuados por exercício irregular da profissão. 

Após o depoimento prestado aos delegados das operações Bullish e Greenfield, Joesley foi ouvido rapidamente sobre a segurança particular. Os carros usados pelo empresário também foram vasculhados em busca de outras armas — as encontradas em posse dos policiais estão em situação regular e não foram apreendidas.

Joesley foi a Brasília para prestar depoimento sobre a investigação que apura contratos firmados entre o frigorífico JBS e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Os contratos concederam aportes no valor de R$ 8 bilhões por meio da BNDESPar, um braço de participações do banco público. Os aportes concedidos ao frigorífico são investigados pela Operação Bullish, da Polícia Federal.

O empresário chegou à PF por volta das 9h. Estava acompanhado de uma advogada, além dos dois seguranças. A suspeita da Polícia Federal é que o BNDES tenha favorecido a JBS, da qual a BNDESPar detém 21% de ações. O banco de fomento teria comprado ações da JBS na Bolsa de Valores por um custo acima do valor de mercado. Joesley foi alvo de mandado de condução coercitiva (quando é obrigado a depor) em 12 de maio. No entanto, na ocasião, o empresário estava nos Estados Unidos.

Demissão 

O advogado Adriano Branquinho, especialista em direito público, destacou que é proibido que policiais civis de São Paulo exerçam esse tipo de atividade de segurança. Afirmou que é necessário apurar se os agentes não estavam em horário de trabalho na Polícia Civil e saber a procedência das armas que estavam portando. “A Lei Complementar 207/79, do Estado de São Paulo, proíbe expressamente que qualquer policial civil exerça atividade privada que não seja de educação e difusão cultural. Neste caso, existe a prestação de serviço de segurança privada, o que não é permitido, inclusive, a jurisprudência da Justiça paulista é de que policiais que cometem esses atos podem ser demitidos”, destacou o advogado.

Adriano ressalta ainda que a mesma lei proíbe o uso de armas do estado para atividades privadas. “É necessário apurar qual a procedência das armas que a dupla estava portando. Não é permitido usar armas do serviço público, que pertencem ao Estado, para exercer atividade privada. Isso viola o princípio da impessoalidade e os policiais podem responder processo administrativo disciplinar. Para isso, a Polícia Civil deve abrir sindicância,para avaliar se houve  incidência de ato ilegal”, afirma.