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Márcio Santiago

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quinta-feira, 21 de fevereiro de 2013

Presos enviam carta com reivindicações e rebelião pode acabar a qualquer momento



Presos enviam carta com reivindicações e rebelião pode acabar a qualquer momento

Do R7 MG, com Record Minas | 21/02/2013 às 20h49

Após 12 horas, a rebelião dos presos do pavilhão 1 da penitenciária de segurança máxima Nelson Hungria, em Contagem, na Grande BH, pode estar próxima do fim. Segundo a assessoria da Secretaria de Estado de Defesa Social (Seds), um documento contendo as reivindicações dos detentos foi entregue à equipe de negociação, formada por membros da Polícia Militar (PM) e da própria Seds.
De acordo com o órgão, a carta continha vários pontos com reivindicações. Deles, a secretaria se propôs a realizar alguns, ainda não revelados, e rejeitou outros.
A água e a luz do pavilhão foram cortadas durante a tarde desta quinta-feira (21), a pedido da Seds. Conforme o órgão, os detentos também estão sem receber alimentação desde o início da manhã, pouco antes do começo da rebelião.

Líder de rebelião em presídio da Grande BH já foi condenado seis vezes pela Justiça
Entre os crimes de Daniel Augusto Cypriano, de 29 anos, está um homicídio

Ramon Guerra, do R7 MG, com Record Minas | 21/02/2013 às 18h31 | Atualizado em: 21/02/2013 às 19h58
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Daniel Augusto Cypriano, de 29 anos, também conhecido pelos apelidos de "Carioca" e "Snap", foi o responsável por cinco roubos e por um homicídio, conforme o órgão.
Carioca é quem está mantendo contato com os negociadores. O detento também afirmou, em contato com a reportagem da TV Record, que chegou a disparar três vezes de um revólver calibre 38 após um dos presos que estava no telhado da unidade ser atingido por um disparo de bala de borracha feito por policiais militares.
— Na hora que o preso subiu no pavilhão, ele levou um tiro de borracha. Dei três tiros de revólver calibre 38 para eles pararem de atirar e chamei o tenente no rádio.
Procurada, a Seds confirmou que, na parte da manhã, teriam ocorrido disparos de "armamento menos letal" dentro do presídio. Conforme o órgão, não houve tiros de armas de fogo na unidade

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