quarta-feira, 13 de novembro de 2013

PASTORAL CARCERÁRIA

Em relação a matéria, "Pastoral Carcerária e entidades apresentam agenda para a política prisional", vejo que falta a humildade do Papa Francisco, nas pessoas que julgam o Servidor Prisional, sem ouvir e estudar a realidade de vida desses profissionais. Minas Gerais está muito evoluida nesse ponto, poís há o dialogo e respeito entre a Pastoral, Gestores do Sistema Prisional e outras entidades. Cito como exemplo uma recente vista da ONU, onde fomos elogiados pela organização e disciplina.
Como cidadão fico indiginado, por não ver no documento nenhuma solicitação de apoio as vítimas de crimes violentos, de atendimento as mulheres ameçadas e agredidas pelos companheiros. A população brasileira está assistindo organizações criminosas comandar o trafico e execuções de dentro das prisões, e não li nenhuma proposta da Pastoral para defender a população desses marginais.
A proposta da Policia Penal visa somente a regularização da investigação e combate a essas organizações criminosas, e procura dar legitimidade a ação dos servidores prisionais. O porte de arma na parte externa das prisões, é para os agentes realizarem a condução ou escolta dos presos, além de sua defesa pessoal e de terceiro.
Vejo essa politica proposta como uma apoio ao crime, poís só há direto do bandido, não há deveres. Não defesa para o preso primário ou que deseja uma a recondução digna para sociedade.
São essas atitudes de Pilatos, que fazem os catolicos se converterem para as Igrejas Evangelicas, que tem a paciência de ouvir e tentar entender o sistema prisional.
 
Obrigado
 
Jose Fabio Santos Gonçalves
Diretor Prisional
 
 
Enviado para CNBB e Pastoral carcerária nacional
Pe. Antônio Silva da Paixão
Subsecretário Adjunto Geral
 
Pe. Francisco de Assis Wloch
 
Subsecretário Adjunto de Pastoral
 
 
 

Fundação João Pinheiro recebe representantes da ONU para workshop sobre prevenção à corrupção no sistema prisional

Evento é fruto de parceria com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes/ONU

Teve início na manhã desta terça-feira, 5, no campus Pampulha da Fundação João Pinheiro, o workshop “Prevenção da Corrupção no Sistema Prisional”. Realizado em parceria com o Escritório das Nações Unidas sobre Drogas e Crimes (Unodc, na sigla em inglês) e a Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de Minas Gerais (Fapemig), o workshop é a primeira etapa de um projeto que irá criar um treinamento específico sobre o tema para os agentes prisionais do Estado.

Ministrado pelas professoras Virginia De Abajo-Marqués (ONU-DC / Panamá) e Constanze von Soehnen (ONU-DC / Viena), o encontro irá discutir e definir mecanismos para evitar a corrupção nas prisões de Minas Gerais. “Nosso Estado sai na frente com este trabalho pioneiro, que terá seus resultados replicados para outras unidades da federação e países”, observou a diretora-geral da Escola de Governo da FJP, Luciana Raso.

Para a analista de Pesquisa e Ensino da FJP, Letícia Godinho, o diferencial desta oficina é o envolvimento da Organização das Nações Unidas. “Partindo de um código de ética, elaborado pela ONU e a Fundação João Pinheiro, serão discutidas questões práticas do dia-a-dia das instituições prisionais em Minas Gerais. Desse esforço, resultará um curso adequado à prática dos agentes de segurança penitenciária”, explicou.

http://www.fjp.gov.br/index.php/banco-de-noticias/36-noticias-em-destaque/2356-fundacao-joao-pinheiro-recebe-representantes-da-onu-para-workshop-sobre-corrupcao-no-sistema-prisional-

Enviado por José Fábio - Diretor Albergue

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