terça-feira, 19 de novembro de 2013

PCMG:Primeiro dia de operação tem quatro presos e 60 abordagens.


CRIMINALIDADE NO FIM DO ANO

"Mais Segurança" é uma operação da Polícia Civil que tem o apoio da Polícia Militar para combater a criminalidade na região central da capital no período natalino

cIVIL
Posto móvel da Polícia Civil irá circular pelas ruas do hipercentro de BH
PUBLICADO EM 18/11/13 - 17h58
No fim do ano, no período dos preparativos paras as festividades natalinas e de réveillon, há um aumento de 40% na criminalidade praticada no centro da capital. O dado foi divulgado nesta segunda-feira (18), durante a apresentação da operação "Mais Segurança".

De acordo com o superintendente de Investigação e Polícia Judiciária, Jefferson Botelho, o objetivo da operação, que envolve um posto móvel da Polícia Civil circulando pelas ruas centrais de Belo Horizonte, é diminuir a violência nesta época do ano. "Sabemos que os furtos e roubos servem para sustentar outros crimes, como o tráfico de drogas, que por sua vez potencializa os homicídios em função da guerra entre os traficantes. Por isso, o trabalho neste final de ano pretende obter reflexos positivos na redução dos índices de criminalidade", disse.
Em seu primeiro dia de vigência, esta segunda, o posto policial ficou na praça Sete, e até as 15h desta tarde, houve 60 abordagens e 4 pessoas detidas. Duas delas tinham passagem pela polícia, uma estava aplicando golpes de estelionato e outra se apresentou com o nome falso. Todas foram levadas para a delegacia.
Outras praças e pontos estratégicos da capital, como a rodoviária, irão contar com a presença do posto móvel que, permanece durante o dia todo em um destes locais para, no dia seguinte, partir para outro.
A operação vai até o dia 31 de dezembro e visa, além de cumprir mandados de prisão, busca e apreensão, combater o tráfico de drogas, homicídios e roubo à mão armada.
Interior

A operação abrange também o interior do Estado, onde o trabalho será reforçado, segundo Botelho, quanto ao cumprimento de mandados e deflagrações de ações de repressão ao crime, além de atuar no estudo de análises de vínculos de autores de crimes e fomentar a adoção de diligências voltadas para o rastreamento e localização de menores infratores. "A nossa intenção é retirar de circulação aqueles que se aproveitam da festa de final de ano, quando há maior circulação de dinheiro, para abastecer o tráfico e outros grupos criminosos", completou Botelho.
FONTE: O TEMPO.

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