sábado, 21 de dezembro de 2013

DE ACORDO COM IFORMAÇÕES,DETENTO DA NELSON HUNGRIA,TERIA ORDENADO UM ATAQUE AO CARRO DE UM PROMOTOR.

Carro de promotor é queimado como 'aviso' de traficante na capital

O veículo de um promotor de justiça da capital foi parcialmente incendiado na noite desta sexta-feira (20), no bairro Serra. De acordo com a vítima do crime, o fato pode ter relação com uma ligação anônima recebida por ele, horas antes, e que afirmava que as mortes do promotor e de familiares dele tinham sido encomendadas por um traficante. 

De acordo com a Polícia Militar, por volta de 22h desta sexta, o promotor André Luiz Garcia de Pinho, da Promotoria de Combate ao Crime Organizado, estacionou seu automóvel Citroën Picasso na porta da casa de um primo, na rua do Ouro, na Serra, na altura do número 1311. Ele estava acompanhado pela esposa.
O promotor contou à polícia que ficou 30 minutos na casa e, quando saiu, encontrou um vizinho tentando apagar as chamas no veículo. Testemunhas contaram à PM que viram um homem quebrando o vidro do carro e jogando um artefato em chamas lá dentro. Com o fogo, o carro teve danos no vidro direito traseiro, além do banco traseiro e o porta-malas.
Três indivíduos não identificados foram vistos descendo a rua do Ouro às pressas, pouco depois do crime. À PM, o promotor também confirmou que recebeu uma ligação na Promotoria de Combate ao Crime Organizado horas antes do crime, dizendo que ele e a família seria mortos. Segundo apurações do próprio promotor repassadas à polícia, um traficante atualmente preso na Nelson Hungria, em Contagem, teria ordenado o ataque.

A ocorrência foi encerrada na Central de Flagrantes (Ceflam). A Polícia Civil informou que ninguém foi preso e que a 3ª Delegacia Sul vai abrir uma investigação para apurar o caso na segunda-feira (23).
FONTE: O TEMPO.

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Promotor de Justiça ameaçado de morte tem carro incendiado em suposto atentado

Ele recebeu ligação horas antes do fato, alertando que sua morte estava encomendada
Do R7 com Record Minas
Não havia indícios de arrombamento e nada foi furtadoRecord Minas
Um promotor de Justiça de Belo Horizonte levou um susto na noite da última sexta-feira (20) após sofrer um suposto atentado. O carro dele pegou fogo e teve os bancos queimados e vidros quebrados. A suspeita é que alguém tenha jogado um artefato explosivo dentro do veículo.
O promotor havia recebido um telefonema horas antes do ocorrido. A ligação alertava para o fato de que a morte dela já estaria encomendada por um líder de uma quadrilha de falsários. O grupo foi descoberto pela investigação do Ministério Público. Eles falsificavam documentos e notas promissórias com nomes de pessoas públicas para prejudicar as vítimas.
Ainda de acordo com o promotor, seis pessoas foram indiciadas, mas duas permanecem foragidas. O chefe do bando está preso e responde a inúmeros processos. Como nenhum objeto foi furtado nem havia indícios de arrombamento no carro, a PM registrou o caso como crime contra o patrimônio. No entanto, perante as ameças feitas ao promotor, as informações serão repassadas à autoridade judicial.

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