quarta-feira, 3 de fevereiro de 2016

GUARDA MUNICIPAL EXONERADA POR PROBLEMAS DE SAÚDE



Guarda Municipal exonera agente com problemas de saúde
Publicado em 28 de janeiro de 2016 às 15h56 por Angelo Rigon
glaucia
Do site Manchete:
Glaúcia Crystina dos Santos de Jesus, 30, casada e mãe de 2 filhos, estava desde 2011 no quadro da Guarda Municipal de Maringá. Em 2013 sofreu um acidente de trabalho e machucou o joelho, precisou então de cirurgias e fisioterapias. Porém o tempo de afastamento para sua recuperação, contou negativamente no seu estágio probatório.
Gláucia retornou ao trabalho, mesmo sentindo muitas dores no joelho ela fazia patrulhamento a pé na avenida Brasil. Infelizmente na sequência descobre uma doença rara e grave, a Aplasia de Medula Óssea ou Anemia Aplástica, cuja única chance de cura é o transplante de medula óssea. A chance de se encontrar um doador é de 1 em 100 mil.
Porém a brava guerreira agente da GM não teve o mínimo de sensatez por parte de seus superiores, ela foi exonerada pela Prefeitura de Maringá no início do mês. Leia mais.




Glaúcia Cristina dos Santos de Jesus, 30 anos, casada e mãe de 2 filhos, estava desde 2011 no quadro da Guarda Municipal de Maringá.
Em 2013 sofreu um acidente de trabalho e machucou o joelho, precisou então  de cirurgias e fisioterapias. Porém o tempo de afastamento para sua recuperação, contou negativamente no seu estágio probatório.
Gláucia retornou ao trabalho, mesmo sentindo muitas dores no joelho ela fazia patrulhamento a pé na avenida Brasil. Infelizmente na sequência descobre uma doença rara e grave, a Aplasia de Medula Óssea ou Anemia Aplástica, cuja única chance de cura é o transplante de medula óssea. A chance de se encontrar um doador é de 1 em 100 mil.
Porém a brava guerreira agente da GM não teve o mínimo de sensatez por parte de seus superiores, ela foi exonerada (demitida) pela Prefeitura  de Maringá no início do mês
A justificativa
"Que nunca mais poderá exercer a função,  como se eu fosse perder um braço, uma perna, ficar cega ou coisa pior... Mesmo sem eu estar em casa pedem que eu devolva meu fardamento o mais rápido possível, como se eu fosse abandonar meu tratamento e correr lá só para entregar tudo. Parece que me dão uma sentença de morte e dizem: Nunca mais poderá exercer sua função! Parece que não tenho cura", muito triste e indignada comenta a agente Gláucia.
"Agora eu pergunto: Pedi para ter uma doença grave? Durante meu tempo trabalhando peguei atestados desnecessários? Não existe um só relatório que desabone a minha conduta profissional, junto com grandes parceiros realizamos muitas prisões aplaudidas, recebemos muitos agradecimentos de munícipes e lojistas da área central pelo excelente trabalho. Meu erro, meu crime? Ter ficado doente. Mas ela tem cura e se Deus quiser esse ano ainda estarei curada! Mas não sirvo mais para a prefeitura," desabafou.
"As lágrimas nesse momento não correm apenas dos meus olhos, mas sim do meu coração ", finaliza a exemplar agente da GM .
Não foi o primeiro caso

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