quarta-feira, 30 de novembro de 2016

Sobre a lista das pessoas ameaçadas de morte

NOTA DE ESCLARECIMENTO - Sindasp SP manteve contato com serviço de inteligência e esclarece filiados sobre suposta lista com nomes que poderiam ser executados pelo crime
A Diretoria Executiva do Sindasp-SP comunica aos filiados da instituição, bem como à toda a categoria dos Agentes de Segurança Penitenciária (ASP), que já tomou as devidas providências no sentido de apurar uma suposta lista, contendo dados com os nomes e endereços de agentes penitenciários e de seus parentes, que poderiam ser executados por uma facção criminosa que atua dentro e fora dos presídios.
A existência da lista foi divulgada na imprensa na terça-feira (22), a partir de uma operação realizada pela Polícia Civil e o Ministério Público de São Paulo, com o objetivo de prender 41 pessoas que seriam ligadas a facção criminosa. A operação foi batizada de Ethos e entre os detidos está o vice-presidente do Conselho Estadual de Direitos Humanos (Condepe), Luiz Carlos dos Santos e sete advogados do Oeste Paulista, entre outros em outras regiões. Eles são suspeitos de movimentarem dinheiro da facção em suas contas bancárias e de colaborarem na elaboração da suposta lista.
O presidente do Sindasp-SP, Daniel Grandolfo, manteve contato junto ao serviço de inteligência da Secretaria da Administração Penitenciária (SAP) para apurar a existência de nomes de agentes penitenciários e familiares que constariam na lista.
O presidente esclarece aos filiados e à categoria que, todos os agentes penitenciários que tiveram os nomes citados na lista durante as investigações, foram devidamente informados e medidas foram tomadas para proteger tais servidores. “Todos eles estão cientes desde o início das investigações com apoio e suporte da SAP e das coordenadorias. Muito antes de os fatos serem divulgados na imprensa todas as medidas já haviam sido tomadas”, disse Grandolfo.
Ainda de acordo com Grandolfo, o Departamento Jurídico do Sindasp-SP está solicitando vistas ao processo para garantir que, de fato, todos os agentes que tiveram os nomes na lista tenham sido realmente assistidos pela SAP. “Pedimos para ter acesso ao processo e aos nomes dos agentes penitenciários citados na lista”, finalizou.
O Sindasp-SP informa à categoria que continuará acompanhando de perto as investigações.

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