terça-feira, 6 de dezembro de 2016

DE OLHO NO NOSSO DÉCIMO TERCEIRO - VEJAM AS NOVIDADES

Minas na UTI
O governo estadual não sabe como pagar o 13º salário, após constatar que a venda da folha de pessoal não será suficiente para honrar os compromissos. Técnicos da Fazenda têm trabalhado em turno dobrado em busca de saídas. Na última sexta-feira, fontes palacianas admitiram que “medidas extremas” podem entrar no “cardápio”. São fortes indícios de que o governo Pimentel estuda ações drásticas de ajuste fiscal, a exemplo do que já começaram a fazer outros Estados.


Trio radical

Três homens são apontados nos bastidores como mentores das estratégias que levaram Andrade a trombar com Pimentel e virar oposição ao governo. São eles: o ex-vice-presidente da Cemig Mateus Moura, o ex-deputado João Alberto Lage e o prefeito reeleito de Periquito, Geraldo Godoy.


Terapia amarga

O quadro fiscal em Minas só não é pior porque o governo tem usado fontes de dinheiro extra para cobrir o caixa e contornar a crise. O Estado já lançou mão dos recursos dos depósitos judiciais, da renegociação da dívida com a União e da repatriação. Agora, com as alternativas esgotadas, o secretário José Afonso e assessores estão alertando que “não há mágicas” a fazer. O jeito, portanto, será o governo partir para um cardápio fiscal mais amargo.


Corda esticada

Na última sexta-feira, o racha entre o governador e o vice ganhou os contornos de uma guerra política. Pimentel chamou os deputados estaduais do PMDB para almoço no Palácio da Liberdade, esvaziando um evento com prefeitos e vereadores do partido que Andrade comandava naquele momento em BH como presidente da legenda. Na retaliação, o vice-governador se declarou “pronto” a assumir a cadeira de titular se Pimentel for afastado.


Troca de mãos


A demissão de Mateus Moura deu início ao expurgo do grupo de Andrade. No PMDB, não há dúvida de que os cargos do vice-governador continuarão com o partido, porém, nas mãos de peemedebistas leais ao governo.

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