terça-feira, 6 de dezembro de 2016

| Militares na mira do governo traidor |


Admitindo ser uma falácia a promessa de que os militares estaduais ficariam fora da Reforma da Previdência, o governo federal apresenta um novo pacote de maldades contra os servidores militares.

As novas regras são um golpe fatal na carreira militar e sepultam grandes conquistas da classe, conseguidas com o suor e o sangue dos policiais e bombeiros militares estaduais, e acaba com o pacto de gerações.
Uma análise preliminar da referida PEC mostrou que, caso a proposta seja aprovada, terá consequências desastrosas para estes profissionais.

O texto tira uma série de benefícios adquiridos, a saber:

- Põe fim à paridade entre ativos e inativos;

- Extingue a aposentadoria integral em decorrência de reforma por  incapacidade;

- Determina a extinção do Instituto Próprio de Previdência dos Servidores Militares (IPSM);

- Acaba com a pensão integral das pensionistas, passando ao limite de até 50%, podendo ser acrescido em mais 10% por filho menor de idade até o limite de 70%. Em linhas gerais, ao adquirirem, os filhos,  a maioridade, perde-se os 20%.

- Extingue, ainda, a contagem de tempo de contribuição fictícia;

- Acaba com o auxílio invalidez;

- A recomposição salarial para os inativos e pensionistas (pelo fim da paridade) será a inflação.

- E o pior deles: cria uma nova regra de transição, para os atuais policiais e bombeiros militares que devem ter, pelo menos, 55 anos de idade para se aposentarem. Exemplo: PMBM ingressou na PM com 18 anos, trabalhou por 30 anos = 48. Portanto irá trabalhar por mais 07 anos. Em linhas gerais, aumenta nosso tempo para 35 anos de EFETIVO serviço. Assim, extingue o direito à aposentadoria aos 30 anos de efetivos serviços. As medidas se aplicam de imediato, nas instituições PM e CBM, e que se encontram no serviço ativo.
Para os novos policiais e bombeiros que ingressarem após a promulgação de Emenda Constitucional, só será transferido para a Reserva quem tiver 65 anos de idade e no mínimo 25 de contribuição previdenciária para o Estado.

- Não será admitida “averbação” de INSS.

Leia a cobertura completa e saiba quais são as atitudes tomadas pela Aspra. Greve geral da categoria não é descartada

Nenhum comentário:

Postar um comentário