quarta-feira, 28 de junho de 2017

PM troca tiros com bando que iria escoltar preso em Neves


Suspeitos estavam com quatro armas automáticas e alegaram que iriam buscar comparsas que sairiam da Penitenciária José Maria Alckimin

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PUBLICADO EM 28/06/17 - 07h45
Quatro homens que estavam fortemente armados supostamente para buscar presos que sairiam da Penitenciária José Maria Alkimin, em Ribeirão das Neves, na região metropolitana de Belo Horizonte, trocaram tiros com a polícia  no início da manhã desta quarta-feira (28) e um deles acabou morto. Um segundo homem foi baleado e outros dois acabaram presos.
O tenente-coronel Evandro Borges, comandante do 40º Batalhão da Polícia Militar (PM), conta que, ainda na noite de terça-feira (27), a corporação recebeu a informação de que um atentado aconteceria em frente à unidade prisional. "Nossas viaturas já estavam no local quando, por volta das 5h, três veículos chegaram e fecharam a entrada da penitenciária", explicou. 
Ao avistarem os policiais, os suspeitos teriam iniciado um tiroteio, que terminou com um deles morto a cerca de 1 quilômetro da penitenciária. Um outro homem foi baleado na mão e socorrido ao Hospital Risoleta Neves, na região de Venda Nova. Outros dois homens foram presos em flagrante.

FOTO: ALEX DE JESUS / O TEMPO
tiroteio neves
Quatro pistolas automáticas foram apreendidas com os suspeitos
"Apreendemos com eles quatro pistolas automáticas, sendo duas calibre .40, uma .45 e outra 9 mm. Eles alegaram que estavam vindo buscar os comparsas que estavam no semi-aberto", completa o tenente-coronel Borges. 
Ainda de acordo com o militar, sempre são feitas operações na porta da unidade prisional, que constantemente é palco de atentados contra detentos no momento da saída para o regime semi-aberto. A corporação não divulgou a identidade ou idade dos envolvidos até o momento.
Moradores relatam momentos de terror
Moradores da rua Expedicionário, onde aconteceu o tiroteio, viveram momentos de terror. Uma das casas teve o portão e o vidro de uma das janelas quebrados.
"Acordei com aquele clarão por volta das 5h30, mas não imaginei que fosse tiros. Meu pai que chegou no quarto falando que o portão tinha sido atingindo. Corremos todos para dentro do banheiro", contou a jovem, que pediu para não ter o nome divulgado.

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